sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Macramê: descubra como fazer os pontos da técnica

O macramê entrelaça fios de crochê para fazer nós e, aos poucos, cria os pontos característicos da técnica. O Canal do Artesanato ensina como fazer passo a passo, com as dicas da artesã Márcia Caires, que também dá aulas de pintura com canetinhas no Canal.

Para fazer os pontos iniciais, passe duas linhas de crochê com o mesmo tamanho pela trama do tecido da toalha e faça um nó com a ajuda da agulha. Você irá criar a base do macramê. Depois, deve apenas continuar preenchendo a base da toalha.


Para saber mais, acesso o Canal do Artesanato! Na próxima semana, teremos mais dicas e conteúdo para você que ama artesanato. Fique ligado!

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Aprenda a fazer barrados com apliques

A dica do Canal do Artesanato de hoje é trabalhar com apliques para fazer barrados. É uma técnica simples e prática, ensinada no Canal pela artesã Deize Costa.

Jogo americano com barrado

Para fazer um jogo americano, você pode utilizar uma régua para marcar os contornos no tecido, cortar e as tiras de tecido que sobrarem podem ser usadas para criar um pano de copa e até um avental que combine com o jogo americano.

Confira esta aula completa e muitas outras de apliques e barrados no Canal do Artesanato! O primeiro mês é grátis, não deixe de testar.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Ponto cruz: entrevista com o artesão Wagner Reis


Wagner Reis é o professor de ponto cruz no Canal do Artesanato e pratica a técnica desde criança. Quando ele tinha 12 anos, pediu os materiais (linha, tecido, agulha) a uma vizinha que bordava e em casa aprendeu a fazer sozinho, aos poucos. Aos 15 anos, já fazia panos de prato, toalhas, quadros, entre outros, para uma de suas tias, com quem morava.

Antes de dar aulas no Canal do Artesanato, o artesão começou um blog e um canal no Youtube. Na entrevista abaixo, ele conta um pouco de sua história e sua experiência de utilizar a internet para divulgar seus trabalhos, além de curiosidades das aulas do Canal. Confira:

- Quando você pensou em trabalhar com ponto cruz?
Comecei a trabalhar quando fazia o curso de Nutrição e levava meus trabalhos para vender na faculdade. Não sei, acho que era uma época em que o artesanato não estava muito bom, ou talvez eu não entendia muito bem de Marketing para divulgar as coisas. Levava as peças e as pessoas não compravam, mas achavam muito bonitas. Então, fiz um vídeo, mostrando as peças que fazia, e coloquei na internet, com meu telefone e endereço do blog ao final.

Depois, desisti do artesanato. Eu desistia e voltava, mas nunca parei de fazer realmente. Procurei técnicas de como trabalhar na internet e vi informações sobre o Youtube, uma ferramenta que temos como trabalhar, pois tem retorno financeiro.

- Por que você decidiu começar a trabalhar na internet?

Foi uma experiência estranha. Quando comecei a trabalhar com o Youtube, eu trabalhava em um sebo de livros. O patrão me mandou embora por um motivo sem sentido e eu acreditei na hora. Após alguns dias, passei na frente do sebo e tinha alguém no lugar, ou seja, ele me mandou embora por outro motivo e não foi sincero comigo, o que eu teria preferido. Prometi a mim mesmo que nunca mais iria trabalhar com alguém, com chefe dando ordens, com horários.

Foi assim que comecei a procurar informações de como trabalhar na internet, com blog. Gravei o primeiro vídeo, bem básico, com um tablet, não tinha nenhuma didática, mas vi que havia um retorno muito grande, as pessoas queriam muito que eu falasse mais coisas.


- Você sentiu necessidade de pesquisar mais sobre ponto cruz?

Então, quando fui ensinar para internet, tive de me reciclar, porque tudo o que eu aprendi, aprendi sozinho. Pegava a revista que tinha um passo a passo e ia seguindo, mas nada muito aprofundado, geralmente era muito superficial. Comecei a pesquisar em sites estrangeiros técnicas de ponto cruz, onde podia aplicar, técnicas do pingado também e aí foi isso, virei aluno do ponto cruz também.

- Foi assim que você descobriu a técnica do pingado?

Na verdade, eu já fazia antes. Vi que em sites da China e do Japão eles fazem muito isso: a indústria do ponto cruz é muito maior lá do que no Brasil. Eles têm canetinhas específicas para isso - a que eu utilizei, fiz uma adaptação para o pingado, porque ela sai na água. Outra característica do Brasil é que as artesãs prezam muito pelo avesso perfeito, que é todo na vertical. Fora do Brasil, não existe isso. O avesso deles é muito carnavalesco. Quando elas veem isso, a forma como eu ensino, elas gostam muito, sabe.

- No Canal, você borda em camisetas. Como você começou a fazer isso? É diferente.

A primeira vez que fiz isso eu tinha uns 15 anos, fiz para uma tia minha, ela tinha uma calça bem bonita, jeans, e eu coloquei o étamine, bordei por cima e depois desfiei. Sei que ela gostou muito. Só que eu nem sabia que tinha técnica para isso. Às vezes, é bom utilizar um tecido como o linho e o cânhamo que tem a trama mais aberta, é mais fácil para desfiar.

- Tem outro jeito que você mostra no Canal, mas sem o étamine.

Isso, é o bordado livre. Desta forma, você faz os pontos de maneira aleatória, um ponto aqui, outro ali, o que é legal também. O interessante do ponto cruz é que ele combina muito bem com outras artes, como crochê e pintura. Já vi ponto cruz em parede, com tinta: você faz o ponto com lápis, depois pinta. É bem legal, dá para fazer bastante coisa.

- No Canal, você ensina a começar o ponto cruz e a fazer o arremate de várias formas. Você acredita que não tem o jeito mais certo de fazer, mas talvez o que a pessoa se adapte ou goste mais?

Exatamente. Na verdade, quando fui me expor na internet, vi que as pessoas mais tradicionais fazem da maneira tradicional: o arremate é feito de uma forma, a execução dos pontos é de um jeito. Quando vi esta realidade, percebi que eu fazia de uma maneira totalmente diferente. Pensei, então, em focar nisso, porque é uma coisa nova, diferente. Neste processo, comecei a inventar formas de começar e arrematar o ponto cruz.

- É obrigatório ter presença na internet, fazer um blog, ou é só algo que ajuda, dá para confiar no boca a boca?

Acho que tudo depende. No boca a boca, funciona se você já tem a sua clientela, se ela divulga para outras pessoas, se sempre que ela precisa de uma peça, vai atrás de você. Mas hoje, com a internet, é muito mais fácil para você divulgar suas coisas.

- Como você decide quais aulas entram no Canal?
Focamos para o Canal nas técnicas de começo e arremate, várias aplicações, mas sempre tentamos otimizar o tempo. Acho o Canal muito interessante porque a pessoa que trabalha com artesanato tem uma mente diferente das outras pessoas. Ela sai de uma técnica e vai para outra. No Canal do Artesanato, tem todas as técnicas. Acho isso muito bacana.

Outra coisa é a questão do tempo, hoje, principalmente em cidade grande, não temos muito tempo para ver as coisas, então você se organiza para depois do trabalho e aos finais de semana ver as aulas do Canal.

- Você fazia Nutrição, fazia ponto cruz há bastante tempo, mas “caiu de paraquedas” para fazer blog. Como você aprendeu a fazer os textos e vídeos que queria: foi tentativa e erro?

Tentativa e erro, mas eu sempre fui uma pessoa muito curiosa. Às vezes, buscava dicas de alguma pessoa sobre marketing digital: “como escrever um título que atraia o seu cliente”. Então, vejo essas técnicas na internet, de pessoas que trabalham com blog. Geralmente, há muitas dicas de blogueiras, mas são blogueiras de moda, de maquiagem, de fitness, de esmalte. No artesanato não tem isso, então há um espaço muito grande. Consegui pegar as dicas delas e aplicá-las no meu mercado. Sempre vejo também dicas de empreendedorismo, de marketing digital, para colocar nos meus vídeos, no meu blog também.

O ponto cruz é uma coisa bem simples: muita gente sabe fazer. Mas, talvez, da maneira que eu divulgo, como escrevo os meus posts, ou pela presença nas redes sociais, aquilo chama atenção. Então, uma coisa que é simples, você agrega valor a ela e ela se torna bem mais valiosa.


Acesse o Canal do Artesanato para assistir às aulas do artesão Wagner Reis e de todos os outros professores que compõem o Canal. O primeiro mês é grátis e você terá acesso a mais de 600 aulas diferentes, com vídeos novos todos os dias.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Aprendeu e praticou as aulas do Canal? Mande fotos das suas artes!


O Canal do Artesanato quer divulgar as peças que você faz no seu dia a dia.

Se você assiste às aulas do Canal do Artesanato, aprende coisas novas e coloca tudo em prática, aproveite e mande fotos de suas peças para publicarmos no blog.

Nós iremos divulgar sua arte em um post como este - pode sair também no Facebook, então, não perca esta chance! Divulgue seus trabalhos, converse conosco e com outras pessoas que fazem artesanato e aproveite o máximo que o Canal do Artesanato tem a oferecer.

Mande suas peças pelo e-mail: contato@canaldoartesanato.com.br.

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Dica de cartonagem: tipos de tampas para caixas

Em cartonagem, você pode optar por alguns tipos de tampas para caixas quadriculares ou retangulares. A artesã Alice Yozhiyoka opta por três formatos, que são ensinados no Canal do Artesanato. Para escolher entre eles, é importante entender qual resultado você pretende obter com o projeto.
Ao centro, o formato "caixa de sapato".

O mais simples de todos é fazer a tampa com a mesma medida do fundo da caixa, ou seja, ela não tem abas para dobrar para serem encaixadas. A tampa fica simplesmente sobreposta. Este tipo funciona para caixas pequeninas, mas pode ser usado em outras também (tudo vai depender mesmo do que você quer fazer)!

Outro mais comumente utilizado é o formato da caixa de sapato, do qual se dobram as abas para fazer o encaixe. A última opção é do tipo flip, de caixas de tênis. Ao invés de quatro partes dobráveis, só há três: uma da parte maior do retângulo e as duas laterais.

Acompanhe o blog para receber mais dicas do Canal!

Assista também a aula no site do Canal do Artesanato.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Amigurumi: a técnica japonesa de fazer bonequinhos com fios

Gosta de fazer crochê ou tricô? Pois, então, muitos japoneses também! Eles criaram o amigurumi, artesanato que usa essas técnicas para criar bonequinhos de animais, ou objetos, de um jeito que eles fiquem bem fofinhos, como é marcante na cultura japonesa.


A artesã Patrícia Nakamura passa todas as dicas de como trabalhar com o amigurumi. Uma das principais características da técnica é que o trabalho é feito em partes para depois serem unidas. Além disso, são usadas formas geométricas em espirais para compor as partes dos bonecos.



Aí está mais um jeito diferente de crochetar e tricotar no dia a dia.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Não sabe como precificar suas peças? O Canal do Artesanato ajuda!

Quanto o seu trabalho vale?

Quando vivemos do artesanato, ao qual dedicamos horas e mais horas para criar peças, pode ser bastante difícil saber por quanto devemos vendê-las. Essa dificuldade pode ter vários motivos, mas alguns muito comuns são: a falta de referências para definir o preço, ou a insegurança em relação ao valor do seu trabalho.

O que o Canal do Artesanato quer deixar como mensagem hoje é que, antes de precificar qualquer peça, você precisa ter a certeza de que o seu trabalho tem valor, sim! Dedicar as suas horas, técnica e criatividade para criar artesanato não deve resultar em um preço igual ao de um produto feito pela indústria.

No artesanato, a lógica da precificação é outra. Esse é o ponto de partida. Sabendo disso, você pode começar a pesquisar e também a refletir sobre o tempo gasto, o custo de material e a originalidade da peça. E esses são alguns fatores.

Para facilitar sua vida, iniciante na prática do artesanato ou não, o Canal do Artesanato disponibiliza em todas as suas aulas o preço sugerido de cada peça. Cabe a você verificar o quanto irá gastar com os materiais e quais outras modificações pode considerar fazer na peça, mas a referência está ali, e você pode se basear nela para ter a confiança necessária para cobrar o preço justo pelo quanto o seu trabalho vale.

Não se desvalorize! Pratique, pesquise e aprenda sempre.

Gostou deste post? Leia mais sobre como o Canal do Artesanato surgiu, ou cadastre-se para ter acesso a um mês grátis de artesanato on-line (de todas as técnicas, com todas as aulas disponíveis).

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Pratique mais patchwork com as aulas do Canal!

O patchwork é uma das práticas artesanais mais reconhecidas atualmente, porque as peças são modernas, bonitas e é necessário um bom conhecimento técnico para criá-las, o que valoriza bastante o trabalho.


No Canal do Artesanato, a técnica do patchwork é ensinada pelas melhores professoras artesãs do Brasil inteiro: Ana Cosentino, Elisa Fumache e Elza Aidar. Aulas sobre quilting, técnica de costura que faz lindos desenhos e une mantas ao patch, são feitas por convidadas especiais da Órbita quilting.


Aproveite o primeiro mês gratuito do Canal do Artesanato para aprender esta técnica incrível e descobrir coisas novas. Não perca!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Adesivagem: dê nova vida aos seus objetos com facilidade!

Hoje, vamos dar a dica de um trabalho simples que você pode fazer em casa.


Utilizando adesivo vinílico, a artesã que criou a técnica de fast patch, Valéria Souza, ensina nas aulas do Canal do Artesanato como colar esse material em vidros e em paredes, criando uma decoração moderna e bonita, sem grandes dificuldades.


Para trabalhar com adesivos vinílicos, é bom usar uma espátula na hora de colar e ter alguns cuidados especiais, como lavar bem a peça de vidro (um copo, por exemplo) antes de fazer a arte.

Encontre mais dicas no Canal do Artesanato e aqui no blog também. Amanhã, tem mais!

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Entrevista exclusiva: Marta Araújo, crocheteira e tricoteira

Marta Araújo é uma das artesãs mais talentosas nas artes de tricô e crochê. Começou a aprender a técnica de crochê bem cedo, ao ver a irmã fazendo alguns pontos. Hoje, tem vários cursos em DVD lançados e dá aulas no Canal do Artesanato de crochê e tricô.



Ela também criou o patchcrochê e explica mais sobre essa técnica, como viver do artesanato e outros temas interessantes na conversa abaixo:

- Marta, quando você começou a aprender crochê com a sua irmã, como fazia para aprender técnicas e peças novas?
Quando aprendi a fazer crochê com minha irmã, primeiro fiz muitas amostras dos pontos básicos, pois é muito importante conhecer cada ponto que a gente faz. Foi uma longa trajetória até fazer minha primeira peça, mesmo porque tem também a coordenação. Quando a gente começa os pontos, eles ainda ficam muito irregulares, o que é normal. A minha primeira peça eu fiz com o ponto leque.

Depois, fiz biquinhos em panos de prato e outras peças. Então, procurei cursos, professoras de crochê e aí fui me aprimorando nessa técnica. Mas olha, a gente aprende sempre, a cada dia.

Eu dou aula há alguns anos e digo que ensinando aprendi muito com minhas alunas, porque a cada peça que elas fazem, pesquiso e corro atrás. A gente sempre pensa que sabe tudo, mas sempre temos alguma coisinha ainda a aprender.
- Qual é a diferença entre o crochê tradicional e o patchcrochê?
O crochê e patchcrochê são a mesma técnica, a diferença é que o patchcrochê fiz inspirada no patchwork, que é colorido e feito da junção dos retalhos.  Assim criei o patchcrochê, que para mim é união de blocos quadrados, retangulares, hexágonos, etc.., em várias cores, bem coloridos.
- Você sabe tricotar também e nas aulas do Canal, ensina a fazer cachecóis com as ambas as técnicas. É mais difícil fazer peças de vestuário com a técnica de crochê?
Eu aprendi as duas técnicas, tricô e crochê. Com certeza, as peças de vestuário em crochê são mais elaboradas, sim. Têm que ser feitos um molde, as diminuições e os aumentos; tem que ser bem feito para que a peça fique perfeita.
- Qual tipo de peça de crochê você mais gosta de fazer?
Gosto muito de peças para decoração de interiores, como tapetes, almofadas, caminhos de mesas, enfim, tem uma variedade grande de peças. Gosto de fazer qualquer peça em crochê, só não faço muito vestuário (faço mais dessas em tricô). Cada pessoa sempre se identifica mais com uma técnica ou outra, isso é muito comum de acontecer. A minha irmã, por exemplo, gosta de trabalhar só com linha muito fina e fazer trabalhos mais refinados e delicados.
- Quem gostaria de aprender crochê deve começar por onde? Por algum ponto, técnica?
Sim, quem começa a aprender deve começar com um fio mais grosso, que é mais fácil de visualizar os pontos. Como eu disse, no começo, é muito importante fazer várias amostras dos pontos básicos para daí, sim, fazer alguma peça com um ponto fantasia. É muito importante perseverar, não desistir, porque depois da primeira peça, vem a recompensa e alegria de ver que foi você quem fez. A sensação é muito boa.
- Para quem quer viver do artesanato, quais dicas você recomenda?
Para quem quer viver de artesanato, é importante fazer um trabalho benfeito, com materiais de boa qualidade, e saber valorizar o trabalho, colocando um preço justo. Pense que um trabalho feito à mão demora para ser feio, tem que ser elaborado. Às vezes acontece de ter algum errinho, você então terá que desmanchar e fazer novamente. Mas fazendo um trabalho bonito e benfeito, você consegue viver de artesanato, sim.
- Quais são as suas aulas favoritas do Canal do Artesanato?
Eu amo todas as minhas aulas do Canal do Artesanato, pois as preparo com muito carinho e paciência e procuro ensinar da melhor maneira possível para que todos entendam e façam as peças. Isso para mim não tem preço, é muito gratificante, saber que as pessoas estão aprendendo comigo.
- Fique à vontade para deixar uma mensagem ao público do Canal do Artesanato.


Por fim, quero dizer a todas as pessoas, mulheres e homens, que fazer crochê e tricô é muito bom. É uma terapia, um lazer e também uma fonte de renda. A gente une o útil ao agradável, colocando carinho e amor nas peças que a gente confecciona. Espero por vocês no Canal do Artesanato! Vamos juntos fazer coisas lindas em crochê e tricô! Muito obrigada a todos, abraços!
Aproveite e confira também outras entrevistas com nossos artesãos:

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Canal do Artesanato: como surgiu o primeiro serviço em cursos de artesanato

Lançado em janeiro de 2015, o Canal do Artesanato é o pioneiro em serviço de assinatura em cursos de artesanato. Nos últimos anos, o artesanato começou a ter ainda mais relevância no mercado brasileiro e, cada vez mais, está sendo reconhecido como fonte de renda, profissão e arte. Praticar artesanato nos dias de hoje é interessante, porque embora as técnicas fundamentais permaneçam as mesmas, as pessoas trocam mais informações do que nunca e descobrem coisas novas a todo momento.

Graças à internet, o conhecimento chega a qualquer lugar, e as pessoas podem decidir quando irão assistir às aulas e praticar artesanato. Foi neste cenário que a Editora Inovação, que já possuía experiência nesta área, teve a ideia de criar o Canal do Artesanato.

A proposta é reunir os melhores professores-artesãos do país e todos os dias publicar aulas novas das mais variadas técnicas. Hoje, já passamos de 600! No Canal, além da sua técnica preferida, você encontra mais de outras 50 diferentes, que lhe dão a possibilidade de aprender sempre e tentar fazer as coisas de outro jeito. Sem falar que é muito divertido assistir às aulas.


Aproveite para testar, pois o primeiro mês de assinatura é grátis. Amanhã, temos uma entrevista especial aqui no blog, com uma crocheteira e tricoteira especial. Não perca!

Já é assinante do Canal? Deixe seus comentários, sugestões e impressões também aqui no blog! Você pode conhecer mais pessoas que praticam artesanato e também trocar uma ideia com a gente.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Costura: aprenda no Canal do Artesanato!

Base de todo vestuário, a costura é uma prática e arte milenar que tem sua origem no momento que a humanidade descobriu que poderia se cobrir com materiais diversos para se proteger do frio, do calor, de insetos e de outras adversidades.
Os pontos, originalmente, eram feitos à mão e muito tempo se passou até ser criada a máquina de costura, durante a 1ª Revolução Industrial. O impacto dela foi extremamente significativo: garantiu mais tempo livre às donas de casa, ampliou o alcance de roupas de qualidade a mais e mais pessoas e até iniciou o pagamento parcelado, permitindo a quem tivesse interesse pagar pela máquina em pequenas partes, devido ao seu preço elevado.
Capa de tablet em costura

Assim, são milênios da prática de costura e mais de um século do uso da máquina de costura, que está à disposição de nós artesãos para criar com facilidade e versatilidade. Esse conhecimento todo você encontra no Canal do Artesanato, onde os artesãos Afonso Franco e Angélica Schmitt técnicas da costura e a fazer peças variadas.

Leia também outros textos do blog, totalmente voltado ao artesanato:
Mega Feira Artesanal 2015: nós fomos!

Suas dúvidas sobre o Canal do Artesanato: forma de pagamento

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Suas dúvidas sobre o Canal do Artesanato: acesso ao conteúdo

Uma dúvida frequente que recebemos é sobre quais aulas estão disponíveis aos assinantes do Canal do Artesanato. É bem simples: todos os assinantes têm acesso a todas as aulas disponíveis no Canal, claro! Queremos que as pessoas vejam as técnicas que já praticam, para se aprimorarem, mas também gostamos que os assinantes conheçam e aprendam técnicas novas. Artesanato é isso: sempre aprender coisas novas.

Atualmente, são mais de 600 aulas, com novas liberadas todos os dias. Para assistir a elas, é necessário ter um dispositivo conectado à internet (PC, tablet, smartphone) e acessar o site do Canal. Faça o seu login, informando usuário e senha, e pronto, você pode assistir a todas as aulas do Canal. Escolha o que quiser pela técnica ou professor, ou procure no sistema de busca no topo do site o que estiver interesse.

Não é assinante do Canal ainda? Saiba como fazer o cadastro.


As aulas ficam disponíveis por tempo indeterminado e, se por algum motivo for necessário retirar alguma delas, avisaremos você. Aproveite!

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Especial Dia dos Pais: que tal fazer o presente para o seu paizão?

Tem gente que acha que pais são difíceis de presentear. Sempre preocupados com o aspecto financeiro (“você não precisava gastar tudo isso, minha filha!”) e às vezes desligados de seus hobbies e paixões, os pais podem ser resistentes na hora de receberem uns agrados. Pois bem, o Canal do Artesanato ajuda.

Para o Dia dos Pais, preparamos aulas especiais para você aprender a fazer peças que seu pai irá usar e considerar úteis. Por exemplo, se ele vive criando problemas com sua mãe por querer tomar bebidas na sala, o porta-copo em marchetaria, do artesão Hugo Marsiglia, deixará os dois bastante felizes!

Porta-copo em marchetaria

Talvez seu pai seja do tipo colecionador e guarde carrinhos, moedas e outras pequenas bugigangas em lugares inapropriados. Neste caso, Alice Yozhiyoka ensina como fazer esta Caixa de Colecionador em cartonagem:

Caixa de Colecionador em cartonagem

Essas e outras aulas podem ser vistas no Canal do Artesanato e, se você não tiver todos os materiais para fazer, nós indicamos quais são e onde comprar. Aproveite, o primeiro mês é grátis e a aprovação do seu pai, garantida!

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Entrevista exclusiva: Luis Moreira, pintura em tecido

Luis Moreira faz pinturas em tecidos há muito tempo. Nasceu no interior de São Paulo e quando criança já demonstrava interesse por artesanato, mas não possuía os materiais necessários para praticar. Isso não o desmotivou e Luis criou seus próprios pincéis com o que estava disponível naquela época: antenas de TV e crinas de cavalo.


Hoje, Luis é um artesão reconhecido, criou a técnica de pintura em tecido molhado, que usa água misturada a álcool para criar um efeito suave nas peças. Além de ser professor do Canal do Artesanato, ele também lançou vários DVDs e apostilas. Sua trajetória, no entanto, foi marcada por percalços e obstáculos: em alguns momentos, o artesão não conseguiu trabalhar com sua grande paixão.

Na entrevista abaixo, você conhecerá um pouco mais sobre a história de Luis e sua experiência de como fazer do artesanato a sua profissão.

- Luis, como foi a primeira pintura que você fez?
Para mim, a primeira foi uma maravilha, pois era muito criança, na faixa dos sete anos. Naquela época, utilizamos para a pintura parafusos, batatinhas e até a ponta do machucho (chuchu) como carimbos para obter florsinhas.

- De início, você pensou que poderia trabalhar com artesanato?
Não, nunca achei que sobreviveria de artesanato, principalmente por morar em uma cidade muito pequena e por meus pais sempre terem achado que eu deveria ter um diploma, uma profissão, como se artesanato (arte) não fosse uma profissão.

- Durante muitos anos, seu trabalho foi de químico. Você aproveitou essa experiência em algum aspecto de suas pinturas?
Claro, sem a química não conseguiria identificar os componentes da tinta e do material que trabalhava, nem saberia a reação que iria obter sobre o tecido.

- Como você conciliava a rotina de trabalho com a prática de artesanato?
Para mim, o artesanato era um passatempo, ainda mais no início, quando estava à procura de uma pintura diferenciada com uma técnica nova, algo que saciasse a minha sede por novidades. Eu sempre pintava à noite após o serviço e aos domingos.

- Quando foi sua primeira chance de dar aulas?
Assim que o plano econômico do país há algum tempo atrás arrasou com a maioria dos brasileiros, fui  à procura de serviço quando minha amiga (Leninha) abriu uma loja de artesanato na cidade vizinha (Capivari) e me convidou para dar aula. Achei interessante, mas não coloquei fé. Pintei algo, deixei na vitrine e depois de alguns dias os primeiros alunos surgiram e assim foi se expandindo.

- Como você desenvolveu a técnica de pintura em tecido molhado?
Bem, desenvolvi após ter terminado o curso de química, pois logo em seguida comecei a trabalhar na Usina de Açúcar de Rafard e à noite não estudava mais, então tinha um tempo. Foi aí que desenvolvi a técnica, mas ela não era tão aprimorada e desenvolvida como hoje (risos).

- Em determinado momento da sua vida, você teve a chance de trabalhar em uma fábrica de bebidas e ganhar melhor, mas foi nesta hora que escolheu viver totalmente do artesanato.
Sim, foi nesta hora que tive que pesar entre a razão e o coração. Para mim, aquela área da pintura era tudo que eu almejava na vida e por “N” razões nunca tinha corrido atrás. Ela veio até mim e, nesta época, eu já estava há dois anos dando aula e a notícia das aulas com tecido molhado já estavam se alastrando. Então, resolvi seguir um sonho, um caminho e não me arrependo, pois tudo que conquistei até hoje foi através do artesanato.

Avaliando com o olhar de hoje, o que você tinha naquela época que foi decisivo para que você conseguisse viver apenas do artesanato?
(Risos). Bem, naquela época eu não tinha mais nada a não ser a família e o apoio deles, tinha pouquíssimos alunos (avaliando hoje), mas para mim eles foram tudo, a expectativa de cada um após o término do trabalho, os agradecimentos, os depoimentos de pessoas depressivas que estavam bem indo às aulas, foi uma sensação assim: “hoje, estou indo dormir com a minha missão completa e plenamente realizado, pois sou privilegiado de estar trabalhando com um hobby”.

- O que você gostaria que as pessoas tirassem das suas aulas do Canal do Artesanato?
Gostaria que elas encontrassem ali uma forma de ganho, um aprimoramento, uma experiência de vida. A luta até este momento não foi fácil, foram muito obstáculos, mas mesmo assim eu recomeçaria tudo novamente, ainda mais se tivesse um apoio como esse do Canal do Artesanato, onde os professores dividem todos os seus conhecimentos e a prática vivida na realidade ao decorrer de vários anos de estrada.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Suas dúvidas sobre o Canal do Artesanato: forma de pagamento

Muitas pessoas nos perguntam por que oferecemos apenas o cartão de crédito como forma de pagamento. Gente, não é por maldade, ou conspiração, é apenas que habilitar outras formas de pagamento é um processo demorado e burocrático.

Carteira com imã em forração com E.V.A., ensinada no Canal.

Estamos trabalhando muito para chegar a elas e queremos que as pessoas tenham o máximo de conforto para poderem usar o Canal, utilizando a forma de pagamento que melhor convém para cada um. A previsão é que habilitemos um novo método até o final do ano. Aguarde novidades!

Para quem já quer assinar, mas não tem cartão de crédito, a opção é comprar cartões de crédito pré-pagos e utilizar no Canal. É seguro e prático também! Esses cartões são encontrados em supermercados e em alguns endereços na internet.

Não se esqueça de que o primeiro mês de acesso é grátis, outro benefício do Canal do Artesanato.

Outras dúvidas sobre o Canal do Artesanato

O Canal do Artesanato foi lançado em janeiro deste ano e, desde então, recebemos muitas dúvidas sobre ele. Ficamos felizes por isso, é um bom sinal, as pessoas querem entender bem como o Canal funciona e saber como aproveitar ao máximo o conteúdo oferecido.

Esperamos que possamos ajudar a tirar várias de suas dúvidas! Se você quiser ser respondida por nós, fique à vontade para nos perguntar no blog ou em nossa página do Facebook.